“A violência contra a mulher, em suas múltiplas formas, continua sendo uma das mais graves violações aos direitos humanos e à dignidade da pessoa humana. Mesmo diante dos avanços normativos e sociais das últimas décadas”, afirma Marlene de Araújo Almeida, sócia do escritório de Advocacia Araújo Almeida e Brito Fernandes.
De acordo com a advogada, entre as modalidades mais recorrentes, destacam-se a violência psicológica e a física. A primeira, muitas vezes, silenciosa e invisível, caracteriza-se por humilhações, ameaças, chantagens, manipulações emocionais e controle da vida social e financeira da mulher, atingindo diretamente sua autoestima, autonomia e equilíbrio emocional. A segunda, de caráter mais explícito, consiste em agressões físicas, que deixam marcas no corpo e na psique, reforçando um ciclo de medo e opressão.
Para se proteger de tais violências, a mulher pode buscar proteção no plano jurídico, recorrendo a medidas protetivas de urgência, previstas na Lei Maria da Penha, que incluem o afastamento do agressor do lar, a proibição de aproximação e contato, bem como proteção policial. “Além disso, ela pode usar canais de denúncia como o Disque 180 e buscar atendimento psicológico especializado”, explica a advogada.
Endereço do escritório de Advocacia Araújo Almeida e Brito Fernandes: Av. Das Américas nº 3.500, sala 415, bloco 5 – Le Monde Office, Barra da Tijuca -RJ.
Telefone: 21 3268.6062 / e-mail: aabfadvogadas@gmail.com
Escrito por Isabel Quirino





